Rivane Ferreira

O chá como linguagem
para falar do mundo.

Sou Rivane Ferreira, brasileira a viver em Portugal. Sou bebedora de chá, educadora, artista têxtil e facilitadora de experiências, rituais e cerimónias.

Estudo a cultura do chá desde 2001. Interessa-me o que existe dentro e à volta da chávena: a planta, o território, o processamento da folha, a água, os objetos e as pessoas que mantêm estes conhecimentos vivos.

O TAO DO CHÁ nasceu desse percurso. É onde reúno estudo, prática, viagens, arte, educação e os encontros que acontecem quando alguém prepara chá para outra pessoa.

Desde 2001

Comecei nos Estados Unidos.

Comecei a estudar chá em 2001, nos Estados Unidos, onde tive os primeiros contactos com formas chinesas de preparação. Continuei esse caminho no Brasil e voltei a aprofundá-lo depois de chegar a Portugal, em 2018.

Ao longo dos anos, o chá aproximou-se de outras partes do meu trabalho: a educação não formal, os projetos sociais e ambientais, a arte têxtil e a investigação com pigmentos naturais.

Há mais de uma década trabalho com grupos, sobretudo com mulheres e jovens, em projetos desenvolvidos entre o Brasil e Portugal. Essa experiência ensinou-me a preparar uma aula a partir da escuta, da experiência prática e do conhecimento que cada pessoa já traz consigo.

Partilho aquilo que estudei, pratiquei e pude verificar. Quando tenho dúvidas, volto às fontes, converso com quem sabe mais e continuo a aprender. O chá pede essa atenção: olhar novamente, provar outra vez e não tomar uma resposta como definitiva.

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O significado do nome

Por que se chama
O TAO DO CHÁ.

“Tao” pode ser traduzido como via ou caminho. Escolhi este nome porque reconheço no chá uma forma concreta de me aproximar de princípios do Taoismo que me acompanham: a simplicidade, a atenção ao ritmo natural das coisas, a transformação e um equilíbrio que não se força.

O TAO DO CHÁ não pretende ensinar Taoismo nem falar em seu nome. A inspiração está na ideia de caminho. O chá também não se esgota numa resposta ou numa técnica: cada folha traz um território, cada preparação pede atenção e cada encontro à volta da chávena acrescenta alguma coisa ao percurso.

É por isso que, para mim, o chá é mais do que uma bebida. É prática, estudo e uma maneira de ler o mundo enquanto continuo a aprender.

Territórios e cadernos de campo

Também aprendo
quando viajo.

Cada lugar trouxe uma aprendizagem diferente.

Sri Lanka
Lugar visitado no âmbito do estudo e da observação da cultura do chá.
Nepal
Lugar visitado no âmbito do estudo e da observação da cultura do chá.
Índia
Lugar visitado no âmbito do estudo e da observação da cultura do chá.
Tailândia
Lugar visitado no âmbito do estudo e da observação da cultura do chá.
Açores, Portugal
Visita a uma fábrica de chá e observação do cultivo e da transformação da Camellia sinensis em território português.
Dubai, Emirados Árabes Unidos
Observação de casas de chá, hotelaria de luxo, utensílios, apresentação, serviço contemporâneo e hospitalidade. Dubai não é apresentado como território produtor de chá.

Percurso público

Palestras
e encontros profissionais.

Algumas participações em eventos de bebidas e hospitalidade em Portugal.

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